Autoridades presentes na abertura do Seminário sobre Envelhecimento e Deficiência Intelectual
TRADUÇÃO LIBRASNesta quarta-feira, dia 6 de setembro, a Fundação Catarinense de Educação Especial (FCEE), através do Centro de Educação e Vivência (CEVI), realizou o Seminário Catarinense de Envelhecimento e Deficiência. O evento reuniu mais de 150 profissionais no Auditório da instituição e contou com a participação da professora Mônica Joesting Siedler e da fonoaudióloga Diane de Lima Oliveira, do Núcleo de Estudos da Terceira Idade da Universidade Federal de Santa Catarina (NETI/UFSC). Na abertura do evento o servidor Ronaldo Clausen recebeu uma homenagem pelos serviços prestados à educação especial em Santa Catarina, em especial ao trabalho realizado pelas pessoas com deficiência intelectual em processo de envelhecimento.

Logo na abertura do evento, o Presidente da FCEE Eliton Verardi Dutra destacou a importância do tema em discussão e parabenizou a equipe do CEVI pelo trabalho realizado. “O CEVI realiza um trabalho de excelência aqui no campus da FCEE, atendendo diariamente 137 alunos com uma equipe formada por 77 profissionais, e atendendo também todo o Estado de Santa Catarina, através de capacitações e assessorias”, afirmou o Presidente.

O Seminário também contou com a presença da Secretária da Assistência Social do Município de São José, Rosemeri Bartucheski, a Presidente da Associação de Pais e Educandos da FCEE, Vera Machado, o Diretor de Ensino Pesquisa e Extensão da FCEE, Pedro de Souza, a Gerente de Capacitação, Extensão e Articulação da FCEE, Fernanda da Silva, o Gerente de Pesquisa e Conhecimentos Aplicados, Waldemar Pinheiro, e a Coordenadora do Centro de Educação e Vivência, Juliana Copetti.

Voltado para profissionais que atuam nos Centros de Atendimento Educacional Especializados em Educação Especial (CAESPs) e instituições afins, o Seminário abordou novas práticas e abordagens voltadas às pessoas com deficiência intelectual em processo de envelhecimento.

Para a professora Mônica Joesting Siedler, do NETI/UFSC, é fundamental discutir e aprofundar as reflexões sobre a temática das pessoas com deficiência intelectual em processo de envelhecimento, especialmente para que haja mais respeito e comprometimento da sociedade. “Abordamos dois temas muito difíceis, que são o envelhecimento e a deficiência intelectual, por isso é importante divulgarmos esta realidade, para darmos mais visibilidade ao tema”, afirmou a professora, que explicou que o NETI/UFSC está começando a se aproximar da educação especial ao iniciar estudos e pesquisas sobre o envelhecimento da pessoa com deficiência intelectual.

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